2008

SEMINÁRIO SOBRE PAVIMENTOS DE CONCRETO na Fundação DER-RJ no dia 14/08/2008

COBRAMSEG 2008

Armação de Búzios, RJ - 23 a 26 de agosto

Concrete Show South América 2008

São Paulo, SP - 27 a 29 agosto

5º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia

2 a 4 setembro - Maputo

TranspoQuip
9 - 11 September 2008, São Paulo, SP-

www.transpoquip.com

Feira do Brasil Edição 8

São Paulo, SP - 25 de setembro

 

IRF 3rd Regional Conference on "Mobility and Safety in Road Transport"

India Habitat Centre, New Delhi, India - 03 - 04 October, 2008

Viet Traffic

Melia Hotel, Hanoi, Vietnam - 15 - 17, October 2008

6th Symposium on Pavement Surface Characteristics, SURF 2008

20 - 24 October, Slovenia

Workshop Internacional sobre as melhores Práticas p/ Pavimentos de Concreto (IBRACON)

Recife - PE - 21 a 23 de outubro

ANPET-2008

Fortaleza, CE - 3 a 7 de novembro

World Engineers Convention Wec 2008

Brasília, DF - 2 a 6 dezembro

II Congresso Mundial de Avaliações e Perícias

Brasília, DF - 03 a 05 Dezembro

2009

3º Simpoósio Internacional TRENTI - CIMBÉTON / SNIC
São Paulo (SP, Brasil)

23º Congresso Internacional de Grandes Barragens - ICOLD

July - Belém, PA (Brasil)

M&T EXPO 2009

São Paulo, SP - 02 a 06 de Junho

IRF 3rd Regional Conference on "Mobility and Safety in Road Transport"

India Habitat Centre, New Delhi, India - 03 - 04 October, 2008

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35.ª RAPv - Reunião Anual de Pavimentação
Discurso de Abertura do Presidente da ABPv em 19/10/04

Esta Reunião teve um enfoque um pouco fora do comum, pois tratou-se também do aniversário dos 45 anos da ABPv. Durante todos estes anos a associação tem se adaptado às circunstâncias e aos momentos da variabilidade da economia do país porém, seu objetivo continua o mesmo, ou seja, a divulgação de técnicas, tecnologias, desenvolvimento científico através de reuniões, palestras e seminários além de hoje ser um elemento de influência na política de transportes.

Lembrando um pouco a história da ABPv, seus primeiros anos foram de consolidação das bases que mantém a Associação ao longo dos anos, dos ideais de Pontes Corrêa.

Gostaríamos também de prestar uma homenagem a todos os Presidentes da ABPv desde sua fundação. Todos tiveram dedicação e lealdade com os princípios que norteiam a associação.

É muito importante mencionar que o segundo livro editado no Brasil sobre pavimentação foi publicado pela ABPv. O Curso Intensivo de Pavimentação realizado em Manaus em 1960 e, em seguida, o Livro Pavimentação em 1961, de autoria do Eng.º Cyro de Freitas Nogueira Baptista totalizando 12 publicações até então.
A Associação passou por duas fases e, depois, por uma terceira a qual estamos atualmente. A primeira consistiu-se na base e durante o período de euforia, pois tudo era novo, moderno, e os técnicos estavam ávidos de conhecimento. A segunda fase foi uma continuidade a um nível constante. E, agora, na terceira fase estamos retomando o impulso inicial de uma forma na qual a associação anda por meios
próprios e dependendo de seus esforços. O número de cursos, palestras, assim como de eventos tem aumentado e, ao mesmo tempo, mantendo a realização das reuniões anuais de pavimentação e as de pavimentação urbana.
Atualmente, porém, estas reuniões têm se realizado dentro de um perfil técnico muito diferente. Cada trabalho foi avaliado por 3 examinadores do Comitê Científico que, além de relacionarem os trabalhos a serem aceitos, teceram uma série de recomendações que foram encaminhadas aos seus autores. Os trabalhos desta reunião foram indicados por, pelo menos, 2 examinadores. O número total culminou com 110 trabalhos técnicos. Este comitê científico é um anseio da comunidade acadêmica e uma prova da seriedade dada aos trabalhos apresentados. Poderemos não ter um número muito grande de participantes mas a qualidade que aqui surge em benefício do país é muito grande e nos orgulhamos e agradecemos a presença de todos vocês.
O país está passando por uma situação muito difícil pois, como é de conhecimento público, os nossos pavimentos estão deteriorados e durante anos estão recebendo uma manutenção que não atinge os limites mínimos de satisfação, por falta de verbas e
outros problemas estruturais como de conceito do que fazer com determinada estrutura. Ontem foram publicados nos jornais as novas obras e o planejamento do Ministério dos Transportes de forma que esperamos que sejam apenas o início.
Hoje a associação não pode estar limitada na simples publicação de artigos e a conversa retórica. Para mudarmos o diagnóstico do estado das rodovias precisa-se de muito trabalho, coragem e participação ativa para que a realidade seja lentamente mudada. Precisa-se sensibilizar os que detêm o poder nas mãos para que o pavimento, as estradas, os projetos de novas, assim como a manutenção das existentes, da mesma forma como o planejamento,
sejam amplamente questionados por especialistas na área de
pavimentos, pois os investimentos são muito altos para cada
quilômetro construído ou restaurado. O país precisa de estradas para seu desenvolvimento e atingir com a geração de empregos a melhoria do bem social do povo.

Muito obrigado a todos.
Eng.º Eduardo Alberto Ricci

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BREVE RELATO E BALANÇO DA 35.ª RAPv
• Número de resumos recebidos na primeira fase: 162
• Número de trabalhos efetivamente entregues: 127
• Número de trabalhos rejeitados: 18
• Número de trabalhos finais: 110
• Número de palestras técnicas (comercial): 5
TEMAS E NÚMERO DE TRABALHOS
• Materiais de Pavimentação: 44
• Avaliação e Dimensionamento de Pavimentos: 18
• Construção Manutenção, Reabilitação e Controle de Obras de Pavimentação: 14
• Gerência de Pavimentos, Análise Econômica, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rodoviário: 20
• Mecânica dos Pavimentos: 6
• Estudos de Caso: 6
• Drenagem de Pavimentos: 0
Condição para apresentação oral: estar dentro do grupo das 45 notas mais altas.
Manutenção do sigilo: nem autores nem Avaliadores sabiam informações que pudessem identificar quem havia escrito ou avaliado o artigo.
Comitê Científico: formado por 30 Associados de relevada experiência na área rodoviária;
Agradecimentos aos colegas da ABPv, aos membros do comitê científico, relatores, presidentes de mesa, enfim todos que participaram da festa.
Devemos começar a nos preocupar com a 36.ª RAPv. Alguns temas que faltaram nesta reunião:
• Controle tecnológico/controle de qualidade: evolução do controle; são satisfatórios?
• Especificações vigentes estão satisfatórias?
• Aderência pneu/pavimento;
• Segurança viária;
• Praticidade dos ensaios;
• Sensibilizar os órgãos para mudanças;
• Ética na engenharia;
• Impacto ambiental nas tecnologias novas e em particular nas reciclagens de materiais;
• Saúde ocupacional;
• Reciclagem;
• Mecânica dos pavimentos: chega de inventar números. Vamos fazer ensaios de desempenho (fadiga/def. permanente);
• Especificações;
• Controle por desempenho de obras: como fazer se não temos equações/ equipamentos/laboratórios credenciados? (poucos e somente ligados às universidades);
• Padrões de segurança. Quais???
• Geometria da via;
• Restauração: matriz de decisão.
Até Curitiba em 2005, se Deus quiser!
Muito obrigado!
CONCLUEM OS AUTORES:
Foram feitas considerações sobre o modelo de Monismith para a previsão de deformação permanente em solos constituintes de camadas de pavimentos, a partir de ensaios realizados com amostras de uma Laterita de Brasília e uma Argila Amarela do Rio de Janeiro. O modelo de deformação permanente com o número de repetições de cargas, de Monismith et al (1975), foi expandido para valores superiores ao do acomodamento ou shakedown plástico e
conseguiram obtendo-se valores de deformação permanente total na ordem de 20,6 % e 18,2 % menores do que aqueles
obtidos com o modelo original. Trabalho recomendado para todos aqueles que gostam da mecânica dos pavimentos.
Obs.: N.º do ISSN dos Anais em CD da 35.ª RAPv - 35.ª Reunião Anual de Pavimentação - realizada no Rio de Janeiro, de 19 a 21 de outubro de 2004: 180 80 807-7-5568 RAPv.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Discurso do Presidente da ABPv, Eng.º Eduardo Alberto Ricci, na Abertura da 36.ª Reunião Anual de Pavimentação, realizada em Curitiba, PR, no Auditório do CIETEP/FIEP, em 24/08/05)

Senhores membros da mesa, Senhoras e Senhores:
A participação de todos os presentes é fundamental. Desde já a Comissão Organizadora merece nossos elogios, pela magnífica Reunião que estamos iniciando.
Em Julho de 1966 tivemos, na cidade de Curitiba, a 7.ª Reunião Anual de Pavimentação, logo a 13.ª Reunião Anual de Pavimentação em Julho de 1977 e, hoje, a 36.ª Reunião Anual de Pavimentação. Passaram-se praticamente, quarenta anos.
Na primeira reunião, em Curitiba, no ano de 1966 o Diretor do DER naquela época, solicitou a inclusão de trabalhos de terraplenagem e ressaltou a rigidez das comissões técnicas. Hoje estamos honrando esse desígnio com o comitê científico. Acredito que se tratou de uma reunião histórica, pois foi nesse período em que o Método do Engenheiro Murillo Lopes de Souza se tornou o método de dimensionamento do DNER e durante a RAPv na qual foi solicitado à ABPv que fosse recomendado aos DER’s Estaduais a utilização e a preconização do mesmo. E, como marco, foi proposto que a ABPv se dirigisse a todos os Órgãos do Governo o reestudo do Fundo Rodoviário Nacional para que os Órgãos Rodoviários fossem dotados de recursos para a aceleração das obras de pavimentação.
Hoje parece que estamos vendo o mesmo filme, mas com uma música de fundo diferente, com os problemas agravados, porque temos um volume de tráfego super-intenso, maior quilometragem, problemas de manutenção, falta sistemática de verbas e o agravante da falta de novas rodovias coletoras para acompanhar o desenvolvimento do País. Isso porque os investimentos da sociedade civil são imediatos e estão na frente em relação aos investimentos do Estado e este não está acompanhando a necessidade de transportes, pois o Brasil é um país que para ter um transporte intermodal, em relação ao pequeno número de quilômetros de ferrovias, a malha rodoviária teria de ser de pelo menos 500.000 km, onde hoje temos aproximadamente 157.000 km, muitos em péssimas condições.
A falta de investimento implica na perda da produção, aumento do custo de transporte, acidentes, custos operacionais maiores e em termos da sociedade e do progresso do conhecimento, uma perda de valores. Ao longo dos anos a falta de investimentos ocasionou a perda de técnicos, a falta de procura de novas técnicas e a falta do conhecimento de novos produtos e métodos e sua aplicação correta. Só aqueles que conseguiram manter seus patrimônios e fluxo de dinheiro dos poucos contratos progrediram, mas a grande maioria só pode manter suas atividades, não podendo realizar investimentos em tecnologia.
Hoje, como na 7.ª Reunião Anual de Pavimentação de 1966, a ABPv está muito ciente de seu dever em ser a mola juntamente com a ajuda de todos seus membros, do desenvolvimento técnico e da luta por novos investimentos que é dever do Estado e da sociedade para manter o país na capacidade que ele merece.
Hoje estamos trabalhando para poder atingir os objetivos da ABPv que são: a transferência de conhecimento, sua divulgação e o início de uma política de cobrança por investimentos.
Senhoras e Senhores, espero que esta reunião tenha o mesmo carisma que a reunião de 1966 ou maior.
Obrigado.

 

 

 

 

12ª Reunião de Pavimentação Urbana

De 04 a 07 de novembro de 2003 foi realizada, em Aracaju, a 12.ª Reunião de Pavimentação Urbana que teve a participação de mais de 200 pessoas. Durante o dia 04 de novembro foram realizados simultaneamente o 1.º Fórum Nacional de Secretários Municipais de Obras e Infra-Estrutura que reuniu 45 secretários de todo o Brasil resultando num sucesso de onde surgiram várias idéias para melhorar a vida nas cidades e cinco mini-cursos:

  • Mini-curso 1: Pré-misturado à Frio, Eng.º Humberto Santana
  • Mini-curso 2: Pavimentos Rígidos, Eng.º Luiz Carlos Grossi e Eng.º Márcio Rocha Pitta, ABCP; ambos gentilmente cedidos pela ABCP
  • Mini-curso 3: Mecânica dos Pavimentos, Prof.ª Laura Maria Goretti da Motta, COPPE/UFRJ
  • Mini-curso 4: Misturas Asfálticas, Eng.º Rafael Marçal M. de Reis, Ipiranga Asfaltos S.A..
  • Mini-curso 5: Tratamentos Superficiais, Eng.º Claudenor Santos, Petrobras.

Os trabalhos apresentados durante os dias 05, 06 e 07 foram de alto nível e muito contribuíram para o desenvolvimento das novas técnicas rodoviárias o que resultou várias vezes em debates técnicos muito saudáveis mantendo a tradição da ABPv de reunir técnicos renomados da engenharia de pavimentação e promover o intercâmbio entre instituições e troca de idéias entre gerações.

Durante a solenidade de encerramento presidida pelo Eng.º Eduardo Alberto Ricci, Presidente da ABPv, que proferiu belas palavras de sinceros agradecimentos aos participantes, palestrantes, organizadores e patrocinadores, foi realizado pelos Eng.os João Menescal Fabrício, Luciana Nogueira de Castro e Arqta. Georgina Libório de Azevedo o sorteio de 5 trabalhos, dentre os que foram apresentados durante o evento que serão publicados na primeira edição da Revista da ABPv com lançamento previsto para 2004. Os trabalhos sorteados foram:

Nº 23 - A Consolidação do Cadastro Viário para o Sistema de Gerência de Pavimentos do Município de Porto Alegre.

Autor:

Co- Autores:

Nº 37 - A Pintura Horizontal a Frio de Vias Urbanas em Cidades de Médio e Pequeno Porte: Materiais Execução e Controle.

Autor:

Co- Autor:

  • Engº Cássio Eduardo Lima de Paiva

Nº 52 - Influência da Estabilização Química e Mecânica no Comportamento de Solos Finos Compactados.

Autor:

Co- Autores:

 

Nº 54 - Restauração da Avenida Trancredo Neves

Autor:

Nº 67 - Análise Laboratorial de Concretos Asfálticos Drenantes com Uso de Agregados Calcários

Autor:

  • Eng.º Carlos Gustavo Macedo Oliveira

Co- Autor:

Palestra do Eng.º Pierre.Y Chazal: Acondicionamiento Y Conservacion de Pavimentacion Urbana: Soluciones en Francia con el Ejemplo de La Ciudad de Toulouse.

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